• O cenário na maioria dos departamentos de Marketing das empresas não está nada animador quando o assunto é inovação. De acordo com a Nielsen, a maioria dos novos produtos que chegam às prateleiras dos supermercados brasileiros fracassa. Nos últimos quatro anos, 54% dos lançamentos nos setores de alimentação, limpeza, higiene pessoal e medicamentos isentos de prescrição médica não tiveram êxito em seus objetivos.

    Podemos olhar este resultado por dois ângulos. Há um lado que está no caminho certo e, diante das circunstâncias, deve ser destacado. Quarenta e seis por cento de produtos que atingiram seus objetivos é um número considerável diante da realidade. Não se deixar seduzir pelas cobranças diárias, pela avalanche de incêndios a serem apagados a cada minuto, pelas metas sem objetivos claros e pelos processos mal acabados é louvável.

    Estes são os principais problemas enfrentados pelas organizações hoje, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes. A urgência em vender mais diante da perda constante de clientes leva os executivos a lançarem mão de estratégias de curto prazo que não constroem marca, deixando de olhar para o futuro da companhia. Sem uma marca forte não há o mínimo de suporte para o lançamento de novos produtos. É difícil convencer o consumidor. É complicado convencer o chefe a investir mais e o varejo de abrir espaço na gôndola.

    O erro está na Gestão
    Os problemas diários a serem resolvidos indicam uma falha estrutural. O pecado está na gestão. Se há erros constantes, o planejamento e/ou os processos foram mal pensados e/ou executados. É necessário redobrar a atenção nestes dois aspectos fundamentais para todas as companhias. Sempre lembro do maior especialista em gestão que o Brasil tem, Vicente Falconi. “Imagine se estivéssemos preocupados com o funcionamento da nossa circulação? Isso é um processo. Se bem feito, ele acontece normalmente. Se não, nada que dependa dele vai funcionar”, enfatiza.

    Leia mais acessando http://migre.me/8L5m9

     

    Fonte: Mundo do Marketing

     

    por Assessoria de Imprensa em Artecetera

     
  • A Artecetera foi a grande vencedora do Prêmio Criativo Garfmarques de Publicidade e Design, realizado na noite desta quinta-feira (12). A segunda edição do prêmio, de freqüência bienal, reuniu 250 pessoas com o objetivo de incentivar o talento dos profissionais e das agências de publicidade do Nordeste.

    Das seis categorias premiadas – Varejo, Construção Civil, Institucional, Socioambiental, Universitário e Editorial – a Artecetera ganhou como Socioambiental no Quebra-Cabeça da campanha Dia Mundial da Limpeza de Rios e Praias (Unimed) e Construção Civil pelo Box de Folders do Maceió Facilities. Além destas, teve a honra de receber a premiação Master com o mesmo job do Maceió Facilities.

     

    por Assessoria de Imprensa em Artecetera

     
  • Em cada dez itens e conceitos testados pela indústria brasileira, mais da metade chegará às gôndolas com grandes possibilidades de fracasso. A conclusão é de uma pesquisa feita pela Bases, área da Nielsen que estuda o provável desempenho de uma inovação. A análise leva em conta 12 parâmetros, cada um classificado dentro de quatro escalas (excelente, pronto, arriscado e fracasso), conforme o potencial de sucesso do produto e o seu grau de preparo para ser lançado ao mercado.

    As chances de êxito são garantidas somente para aqueles que tiverem atingido os graus “pronto” ou “excelente” em todos os fatores avaliados. Mas o rigor da metodologia não para por aí. Bastam apenas dois apontamentos na zona do “fracasso” para considerar o produto “tão fraco quanto o seu ponto mais fraco”, compara Chris Adrien, diretor da Bases. Os profissionais da Nielsen já examinaram 130 mil iniciativas em 60 países desde 1977.

    No Brasil, a área reprovou 54% dos 430 conceitos testados nas áreas de alimentação, limpeza, higiene pessoal e medicamentos OTC (isentos de prescrição médica) nos últimos quatro anos. Esse mesmo índice se repete também no estudo de 600 itens efetivamente lançados globalmente. “Cruzamos a teoria brasileira com a prática observada em outros países para extrair os 12 fatores de sucesso”, explica Juliana Acquarone, da Bases Brasil.

    Os escorregões acontecem principalmente em dois quesitos: no poder de atração do produto e no desejo de compra. Globalmente ou localmente, segundo a Bases, o que importa é diferenciar a marca no ponto de venda e oferecer itens capazes de solucionar problemas rotineiros. “A responsabilidade do produto é ser relevante”, sublinha Eduardo Bonelli, gerente de marcas da japonesa Ajinomoto, dona da marca Miojo. Embalagens mais adequadas à entrega do benefício prometido ou até uma nova cor já são suficientes para romper as referências da categoria, a que apresenta melhores índices de aprovação no estudo da Nielsen. “Mas os produtos hoje são muito parecidos”, constata Juliana.

     

    Fonte: Meio & Mensagem

     

    por em Artecetera

     
  • A Artecetera deseja a todos uma Páscoa mais que especial.

     

     

    por Artecetera Comunicação Integrada em Artecetera

     
  • O Brasil continua ganhando espaço no mundo digital. Hoje, o país é o sétimo maior mercado de internet no planeta, com 46,3 milhões de usuários e vem experimentando um considerável crescimento em áreas como o uso de conexão móvel, que teve uma alta de 50% entre agosto e setembro de 2011. Já em setores como o e-commerce, as empresas nacionais ainda têm muito que trabalhar, já que a taxa de visitantes por minuto no Brasil é menos que a metade da média mundial.

    Os resultados fazem parte do estudo “2012 Brazil Digital Future in Focus”, da comScore, que apresenta o desempenho dos brasileiros na internet em 2011, com o propósito de traçar projeções para este ano. Entre as oportunidades para as marcas apontadas pela pesquisa, as redes sociais e os blogs continuam sendo um bom investimento. O Brasil é líder no acesso a blogs, com um crescimento de 44% em 2011 e uma média de visitantes únicos de 95,6%, à frente da Coreia do Sul e da Turquia.

    No ano passado, o Facebook se consolidou como a rede social com o maior número de usuários no país (hoje, 43 milhões) e também como a que mais cresceu no total de visitantes únicos, com uma taxa de 66%, acima dos 33% do Orkut, antigo líder no país. Os vídeos e suas respectivas plataformas, como o YouTube, representam outra meio para as marcas que desejam expandir o relacionamento com os consumidores na web. Em 2011, os brasileiros assistiram a 4,7 bilhões de vídeos online, totalizando uma navegação que durou, em média, 27,2 horas por pessoa.

     

    Leia mais acessando: http://migre.me/8qO5c

     

    Fonte: Mundo do Marketing

     

    por Assessoria de Imprensa em Artecetera

     

MAIS POSTAGENS

anterior pr?ximo
 

Artecetera Comunicação Integrada
Rua Manoel Maia Nobre, 557, Farol
Maceió : AL

2121.1991

afiliada