• O número de pessoas que usam vários serviços de mídias sociais constantemente ultrapassou 1 bilhão de indivíduos em todo o mundo, segundo o relatório “Tendências de Reformas em Telecomunicações”, elaborado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), entidade que regula os serviços de telecomunicações globais e propõe padrões para essa indústria como os protocolos de WiFi, velocidade média de banda larga, especificidades da 4G móvel, entre outras orientações.

    Dentre essas redes, a mais populosa é o Facebook, que recentemente anunciou ter chegado a 901 milhões de usuários. Segundo o site TechCrunch, na comparação, outras redes de apelo massivo estão longe do patamar do Facebook, como o Twitter, que tem mais de 200 milhões de usuários, e o LinkedIn, com uma base entre 120 milhões e 150 milhões de usuários. E, muito abaixo desses patamares, as redes sociais são mais regionalizadas. É o caso do QQ, na China, vkontakte, da Rússia, Mixi, do Japão, e Orkut, cuja popularidade maior está no Brasil, Índia e Paraguai.

    De acordo com o relatório da UTI, as redes sociais, de uma forma geral, tornam-se, cada vez mais, um alvo das autoridades reguladoras de telecomunicações porque não apenas estão cada vez mais presentes como também empresas como o Facebook são meios de comunicação, por direito próprio, com ofertas de voz e de texto ponta-a-ponta, assim como os serviços de operadoras de telefonia convencionais.

    Outro destaque do relatório é que a modalidade móvel se torna rapidamente a principal forma de acessar as redes sociais. Isso é explicado pelo fato de que, embora a banda larga continue a se expandir mundialmente, ainda está longe de ser acessível para a maior parte das pessoas. Nos últimos cinco anos, segundo a UIT, o número de assinantes de banda larga fixa dobrou no mundo e chegou a 591 milhões, ou seja, pouco menos da metade de usuários de redes sociais. Alguns analistas indicam que o uso móvel nas redes sociais já supera o acesso fixo.


    Fonte: Meio & Mensagem

     

    por Assessoria de Imprensa em Mercado

     
  • Campanhas contra a caça ilegal de rinocerontes se multiplicam na África do Sul, com vendas de produtos de todo tipo com o objetivo de arrecadar fundos e sensibilizar o público para uma causa nacional.

    Os caçadores mataram mais de 200 destes enormes herbívoros nos primeiros quatro meses do ano e tudo indica que em 2012 será superado o recorde do ano passado, quando foram mortos 448 éspecimes, uma catástrofe que pode levar a espécie à extinção em questão de anos.

    Algumas campanhas usam imagens terríveis de animais em agonia e carcaças de rinocerontes que tiveram os chifres retirados. As peças são vendidas a preço de ouro no mercado negro da Ásia, onde se acredita que tenham propriedades médicas especiais, sem qualquer base científica.

    Organizações de defesa do meio ambiente precisam de dinheiro para melhorar a segurança e a formação de pessoal encarregado de lutar contra os ilegais, cada vez mais organizados: fortemente armados, operam inclusive em parques nacionais e reservas naturais particulares.

    Leia mais acessando http://migre.me/92Lzp

     

    Fonte: Último Segundo

     

    por Assessoria de Imprensa em Mercado

     
  • Na medida em que aumenta renda e, consequentemente, o consumo, a preocupação com questões que contribuam para o bem do planeta diminui entre os brasileiros. Segundo a Pesquisa Nacional de Consumo Consciente 2012, divulgada pela Fecomércio-RJ, 37% da população não leva em conta a preservação ambiental no dia a dia. Em 2007, esse número era de apenas 26%.

    Se antes 26% procuravam consumir produtos com menos impacto para o meio ambiente, hoje, somente 22% mantêm essa preocupação. Em 2007, 42% plantavam árvores ou cuidavam de jardins, contra os atuais 37% que mantêm esse costume. O levantamento aponta ainda que o brasileiro está deixando de fazer coisas simples, que além de preservar o ambiente contribuem para o próprio bolso.

    Em 2007, 74% dos pesquisados se preocupavam em utilizar sobras de refeições para fazer uma nova refeição. Esse percentual caiu para 67% em 2012. Da mesma forma, no período anterior, 24% diziam lavar a calçada de casa com água de mangueira. O número subiu para 27% em 2012. Até os hábitos de fechar a torneira para escovar os dentes e de apagar as luzes ao sair de um ambiente, que eram quase unânimes na última edição do estudo, realizados por 92% e 93% da população, respectivamente, foram deixados de lado por uma parte dos pesquisados nos últimos cinco anos, com índices que caíram para 89% e 91%, respectivamente.

    Sustentabilidade nas empresas

    Por outro lado, vem crescendo o número de empresas preocupadas com o desenvolvimento de ações voltadas para a questão socioambiental, ainda que não haja uma fórmula para se medir a sustentabilidade. Um dos exemplos é o Santander, que atua com projetos de empreendedorismo e formação de mão-de-obra. Atualmente, a companhia treina um grupo de 200 mil pessoas em idiomas estrangeiros para que possam atuar nos eventos esportivos que serão realizados no Brasil.

    Leia mais acessando http://migre.me/92KG9

     

    Fonte: Mundo do Marketing

     

    por Assessoria de Imprensa em Mercado

     
  • Dia das Mães, a segunda data mais lucrativa para o varejo durante o ano, perde somente para o Natal. Além do aumento das vendas, o período também é uma das principais oportunidades para as marcas se aproximarem dos consumidores. O desafio das empresas, no entanto, é como planejar uma ação que seja realmente relevante, em meio a uma tempestade de ações e estímulos das marcas para atrair a atenção do público.

    Em 2012, empresas como Coca-Cola, LG e Renner investiram em iniciativas que compreendem o universo do relacionamento entre mães e filhos. Por meio de prêmios, homenagens e interatividade, as companhias buscam muito mais do que lucrar, mas apresentar algo que seja importante para a vida dos clientes nesta data. As previsões de faturamento geral deste ano ainda não foram divulgadas oficialmente, mas a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) prevê um aumento em torno de 5% a 8%, em relação a 2011.

    No ano passado, apenas o setor de e-commerce faturou cerca de R$ 760 milhões e, para 2012, a projeção é de que as vendas cresçam até 25%, segundo dados da e-bit. “Há algum tempo, presente para mãe era uma panela de pressão ou um DVD do Fábio Jr. Atualmente, estas características mudaram, as mães contemporâneas têm uma vida social e cultural muito mais ativa, portanto, uma viagem ou um notebook já são considerados presentes para elas”, declara Claudio Diogo, especialista em vendas e Diretor da Tekoare, em entrevista ao Mundo do Marketing.

    Confira matéria completa acessando http://migre.me/91U4z

     

    Fonte: Mundo do Marketing

     

     

    por Assessoria de Imprensa em Mercado

     
  • O amor que as pessoas normalmente sentem pela mãe, traduzido em um presente no segundo domingo de maio, faz com que a data seja considerada uma espécie de “segundo Natal” para o varejo. Este ano, no entanto, os comerciantes viram a festa ser ameaçada por previsões de desaquecimento do consumo no segundo trimestre. O Provar/FIA, por exemplo, revelou que o índice de consumidores dispostos a adquirir bens duráveis no segundo trimestre era de 58%, 15,2% a menos que o período equivalente em 2011.

    No entanto, dias depois, a Associação Brasileira dos Lojistas de Shopping (Alshop) divulgou a sua avaliação junto a lojistas de diferentes segmentos: a estimativa é de que as vendas na data cresçam 8% sobre 2011. Os segmentos que têm chance de melhor desempenho este ano, segundo Luís Augusto Ildefonso da Silva, diretor de relações institucionais da Alshop, são os de vestuário e moda, calçados, eletroeletrônicos e perfumaria e cosméticos.

    “Como o lojista vê a data com carinho muito grande, tanto ele quanto os shoppings se preparam muito bem. Há shoppings que chegam a gastar R$ 1,5 milhão em ações mercadológicas para o Dia das Mães”, diz o diretor da Alshop. No mundo online, a previsão é ainda mais otimista. Dados do eBit apontam crescimento de 25% nas vendas, chegando a um faturamento de R$ 950 milhões, contra os R$ 760 milhões de 2011.

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    Fonte: Meio & Mensagem

     

    por em Mercado

     

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